28 de maio de 2010

Menta

Ela podia ouvir tranquilamente cada ruído do casarão vazio. Estava na cama a mais de três horas, de lado, o edredom não a cobria totalmente, o vento frio a congelava a espinha. Estava mais uma vez só, após tanto sofrimento, ele a deixou, a deixou mais uma vez. Porém foi melhor assim.
- Ele deveria cheirar a menta, jamais saberei- suspirou ela- Mas o que  sei é que a alma dele fede- Concluiu.

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