14 de junho de 2010

Jeitos de explicações: Inexistentes.


Sim, é isso mesmo, não consigo explicar-me, cada vez que tento tudo se complica mais e mais.
Eu faço coisas, mas não as explico, não consigo, não há jeitos de explicações...
A flor caiu, o fruto nasceu podre.
O passado continua sentado no último degrau da escada.
O presente ninguém desembrulhou.
O futuro morreu, não chegou, demorou demais. Foi isso?
Passado, presente, futuro, uma metamorfose... Estou começando a entender.
O futuro nunca morre, está em coma, guardou-se em uma caixa, está dentro dela, esqueci de abri-la... Meu presente, eu não abri, logo após virou um tecido velho, imundo, mas o passei.
O futuro era um presente que está passado.

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