Vejo sua foto e é como enfiar um pedaço de cebola no nariz.
Estranho mesmo é que essa dor é tão opcional, mas tão opcional que escolho sofrer.
É como ver uma trilha com dois caminhos:
Certo e errado, e é a segunda opção que sigo.
Complicado mesmo é que você não vem em forma de sombra de passado,
Nem com um bilhete escrito “não me esqueça”.
Pois é aí que tudo faz sentido:
Você nunca pediu nada para mim...
Você não pediu para eu te amar, e eu amei.
Você não pediu para eu chorar, e eu chorei.
Você não pediu para ficar para sempre, e não ficou.
Estranho mesmo é que essa dor é tão opcional, mas tão opcional que escolho sofrer.
É como ver uma trilha com dois caminhos:
Certo e errado, e é a segunda opção que sigo.
Complicado mesmo é que você não vem em forma de sombra de passado,
Nem com um bilhete escrito “não me esqueça”.
Pois é aí que tudo faz sentido:
Você nunca pediu nada para mim...
Você não pediu para eu te amar, e eu amei.
Você não pediu para eu chorar, e eu chorei.
Você não pediu para ficar para sempre, e não ficou.
[/Título idiota, texto idiota, autora idiota. Idiotice é o conjunto do blog.]
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