Uma câmera que tirará fotos da câmara que te sufocará
Tranque-se em seu casulo, pois não estarei lá
Se o dia clareou, isso não é problema meu
Insensível eu fico quando digo- um sonho morreu
Que rastejes, apedrejes e roubes minhas flores
Se há novos jardins, quero visitá-los
Meus olhos irão fitá-los, admirá-los
Cante, cante quero-quero
Quero me perder ao tentar me encontrar
Há tantos meios de me achar.
Liberdade, felicidade, amores de verdade
É isso o que almejo, que desejo, que vejo
E se você se aprisionar, eu não vou te liberar
As chaves estão em teus bolsos, amigos
Pequenas coisas importantes, a chuva feita de tantos pingos.
Há dificuldade de rimar
Quando a fumaça das casas fica a inalar
O café da manhã dos pobres, o sono dos ricos
Quantas almas são nobres e tantas outras são esnobes?
Pensamentos obscuros que terminam cômicos.
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