29 de julho de 2011

Não Sou o Muro de Berlim

Os presentes que você me deu ainda estão aqui,
Jogados pelo chão...
Você é tão comum
E eu sinto em você algo especial
Mas você me faz mal

Eu não sou o muro de Berlim,
Mas você me enxerga assim
Me derruba, me destrói,
Me anula da sua vida
E isso dói

Nesse momento você sem remorço,
Pensa em outra
Enquanto eu tenho insônia,
Fui substituída
Moída, doída, sofrida

Ela te completa como ninguém
Eu te amei, meu bem
­
Você debocha do que me atormenta
Suas mentiras têm gosto de menta
Eu gostava do jeito de você me dominar
Mas eu tenho amado,
Amado te deixar
­
Estou presa na liberdade
Nós tínhamos a mesma idade
Mas não fazia sentido
Espero que você também seja substituído
Aqui.

Nenhum comentário:

Postar um comentário