Eu queria dizer que te amo, que não vivo sem você e que se você quisesse ser meu novamente, eu aceitaria sem hesitar. Olhei-me nos olhos, o sol pela janela, aquele reflexo... Eu me lembro daquele reflexo, veio em menos de um segundo, eu tive que fechar as pálpebras, e quando as abri, vi que se eu te dissesse isso, eu estaria mentindo para você, e me enganando. Caí na real. Por que tudo tem seu tempo, e aos 16 anos, sofrer por uma paixão boba e pensar que quando você me deixou era a pior coisa da vida, era infantil demasiado. Depois de te conhecer, conheci pessoas melhores, e não falar a mentira duvidosa foi ótimo, e ainda é. Tenho que lhe confessar que cada vez que deito e penso em ti, sinto algo obscuro no meu lado esquerdo, que começa pelo ombro e depois contorna minha espinha, cada vez que sinto isso, percebo que eu não mereço você. O que me faz mal pode me fortalecer? Não sei, talvez só se eu lutar contra isso. Ainda prefiro um sábado, solitária, comendo uma maçã bem vermelha, daqueles doces que limpam os dentes ao obscuro da tua ausência.8 de agosto de 2010
Maçã.
Eu queria dizer que te amo, que não vivo sem você e que se você quisesse ser meu novamente, eu aceitaria sem hesitar. Olhei-me nos olhos, o sol pela janela, aquele reflexo... Eu me lembro daquele reflexo, veio em menos de um segundo, eu tive que fechar as pálpebras, e quando as abri, vi que se eu te dissesse isso, eu estaria mentindo para você, e me enganando. Caí na real. Por que tudo tem seu tempo, e aos 16 anos, sofrer por uma paixão boba e pensar que quando você me deixou era a pior coisa da vida, era infantil demasiado. Depois de te conhecer, conheci pessoas melhores, e não falar a mentira duvidosa foi ótimo, e ainda é. Tenho que lhe confessar que cada vez que deito e penso em ti, sinto algo obscuro no meu lado esquerdo, que começa pelo ombro e depois contorna minha espinha, cada vez que sinto isso, percebo que eu não mereço você. O que me faz mal pode me fortalecer? Não sei, talvez só se eu lutar contra isso. Ainda prefiro um sábado, solitária, comendo uma maçã bem vermelha, daqueles doces que limpam os dentes ao obscuro da tua ausência.
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