Um corpo nu que desliza pela parede.
Águas e lágrimas que o banham.
Mãos ao alto- este corpo se rende.
Alma a baixo- não consegue fingir firmeza.
Tuas palavras o ferem mais que uma bala de ouro.
Cada confissão,um tiro.
Ele é completo e se sente tão vazio.
Uma caixa trancada, sem chave.
Manchas amarelas em sua visão.
É tão óbvio perceber que não há ódio, apenas indagações. Ensinaram-no a gostar do abstrato. Tu sempre preferes o concreto.
Um corpo depreciado por outrem, mas ele jamais perdeu o seu valor.
Uma sombra que rasteja.
Uma porta e uma janela que se fecham.
Um sombrio céu que escurece repentinamente.
O ar que o abraça.
Duas mãos que se erguem em direção ao rosto para não ver uma derrota mal feita.
Um corpo cansado que perde e mesmo assim, se sente vitorioso.
Um trovão, uma ventania, folhas flutuantes que gritam o quão sou incapaz de tudo aos olhos de todos.
E mesmo quando eu deixo de ser eu mesma, ainda sou um pouco de mim e muito de ti.
Águas e lágrimas que o banham.
Mãos ao alto- este corpo se rende.
Alma a baixo- não consegue fingir firmeza.
Tuas palavras o ferem mais que uma bala de ouro.
Cada confissão,um tiro.
Ele é completo e se sente tão vazio.
Uma caixa trancada, sem chave.
Manchas amarelas em sua visão.
É tão óbvio perceber que não há ódio, apenas indagações. Ensinaram-no a gostar do abstrato. Tu sempre preferes o concreto.
Um corpo depreciado por outrem, mas ele jamais perdeu o seu valor.
Uma sombra que rasteja.
Uma porta e uma janela que se fecham.
Um sombrio céu que escurece repentinamente.
O ar que o abraça.
Duas mãos que se erguem em direção ao rosto para não ver uma derrota mal feita.
Um corpo cansado que perde e mesmo assim, se sente vitorioso.
Um trovão, uma ventania, folhas flutuantes que gritam o quão sou incapaz de tudo aos olhos de todos.
E mesmo quando eu deixo de ser eu mesma, ainda sou um pouco de mim e muito de ti.
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