Sabe aquela saudade que mói o peito, mas de algo que você nunca viveu? Admito, eu sinto! Hoje percebi que estou de bom humor, tudo ocorreu bem, como o esperado. Consolei um homem de par de olhos azuis, sugeri algo que as pessoas esquecem: nos momentos de emoção, não chore, sorria por algo ter ocorrido bem! Eu não digo mais “Chora, chora... Chorar faz bem”, chorar para quê? Se tivermos os sorrisos, as gargalhadas, os abraços, o brilho no olhar? Suas dores não são as piores. As pessoas têm o maldito costume de dizer: só acontece comigo. Como se elas fossem destinadas a viver algo que jamais alguém viveu. Ei, nós somos sobrecomuns: somos gente, fomos crianças! Nossos momentos, sentimentos, lógico, são mais intensos, pois são nossos. Só que não se engane, você não veio ao mundo sozinho. Mas pode sair do mundo dessa maneira, então mantenha-se na memória de quem gosta, faça por merecer. Hoje senti uma imensa vontade de ter alguém para reclamar comigo, mas bendito sois, não tinha ninguém! E a felicidade se aconchegou aqui, no meu colo, como gato sonolento, ronronando bem-viver. Sabe o que eu disse lá no comecinho? Aquela saudade, é um desejo interno, então, liberte-se. Ninguém irá viver por você, mas você pode escolher quem vai viver com você, pois peneiramos, filtramos, selecionamos as pessoas que vão fazer parte de nossas vidas. E quando elas partem, seu coração tem de se repartir, sabe para quê? Para compartilhar sua vida com novas pessoas, com momentos reais.

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